
sábado, 30 de janeiro de 2010
Nisso que dá...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
09;10.

Para alguns fiz muito por mim, para mim fiz pouco pelos outros.O motivo?Falta de tempo.Parece que me aproximei um tanto daqueles sujeitos que usam essa justificativa para não amparar os menos favorecidos por ele,o tempo.
Não ganhei o Nobel da Paz, nem descobri a cura para o câncer...também não acabei com a guerra civil no Iraque nem com a pobreza no Zimbábue...ainda não consegui salvar o mundo,mas tenho desejo de o fazer,nem que seja de longe e de leve. O que importa, é que tudo me importa,e os anos hão de ser úteis para trazer para o real aquilo que carrego comigo:um querer evoluir.
Como vai ser?Não há resposta. Fato é que ele já começou confuso,confuso em excesso para um começo.O que é possível afirmar é que existe um desejo de como ele seja a partir de agora...que seja proveitoso, que traga aprendizados e conquistas(ok,isso inclui artigos,congressos...currículo),que Noel atenda meu pedido( por favor,atenda!), que os medos sejam superados, que a fé seja fonte de coragem,que a paciência motive a perseverança, e que eu saiba encarar sem (tantos) dramas a completude das duas(desde já admirada com isso!) décadas de presença neste planeta.
No mais, nada mais(?).
“Não parar tão cedo,pois toda idade tem prazer e medo...”
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Seja esta a época...
As luzes, as pessoas e suas vibrações, tudo parece mais bonito e suave... os desejos de “Feliz isso” ou “Feliz aquilo” se tornam mais freqüentes e produzem um efeito calmante na minha constante desconfiança para com a raça humana, aquela raça que às vezes esqueço que,ops, faço parte dela!
Fato: os ipês floresceram, os dias ficaram mais quentes, os velhos e bons amigos foram preservados, os novos (e surpreendentes) coloriram meus dias. O tempo passou, as histórias aumentaram,a vida ensinou,nem sempre aprendi... mas o desejo ficou... meu constante desejo de crescer(certo!Isso foi uma figura de linguagem,já me adaptei ao meu compactado tamanho!).
Mas o que foi mesmo que escrevi lá em cima?Nada de retrospectivas!
Eu quero falar no colorido e nas luzes desses dias. Esse mesclado de sons e alegorias que têm o objetivo de embelezar a vida e, que na maioria das vezes só conseguem esconder os defeitos que permeiam nossa existência.E não, dessa vez não vou me deter nas imperfeições fatídicas e inevitáveis do dia a dia,insisto na alegria eminente dos olhos de uma criança ao observar todo o cenário natalino e na grandeza de seus pequenos gestos de euforia.E insisto em...como posso ser tão vulnerável a uma realidade efêmera?A resposta eu até sei, mas prefiro e insisto (sim, eu sou insistente,perseverante soa melhor!) em me permitir um certo distanciamento, nessa época do ano, só e somente (?) nessa época. E antes que toda essa euforia passe, vou deixar isso bem registrado,para assim não esquecer, que um dia me permitir distância do factual!
Boas vibrações!E Feliz “tudo”!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Impulsos.
Por eles o coração pulsa e a vida se prolonga e então, ganhamos coragem para ir além... seriam eles benéficos? Por eles deixamos de lado a tranqüila racionalidade que previne, que ampara e orienta. Um breve apego aos seus efeitos e eis que surgem as conseqüências!Algumas vezes agradáveis, outrora desconfortantes, mas sempre inusitadas.
Tropeços já fazem parte da nossa rotina, caminhamos ,caminhos,nos desvirtuamos e,voltamos a caminhar,para frente sempre...no mínimo,esse é o intuito.Se o caminho possui falsos atalhos ou estradas sinuosas,o mais importante é ir devagar já que, senso geográfico não faz parte das nossas melhores aptidões.
A velocidade das ações costuma ser inversamente proporcional à necessidade de tê-las, e a vontade do não feito e não dito parece calar as demais reações.Sempre (?) haverá tempo para,se não reparar, absorver o conteúdo desses impulsos com clareza e entender a possibilidade do seu alcance...no mínimo, úteis ao crescimento.
Ao final de tudo,respiramos fundo, comemoramos ou pedimos perdão e, seguimos adiante marcados pelos impulsos e insaciados com mais um desses aprendizados que o mundo nos traz sob forma sutil,mas intensa...no mínimo,intensa.
sábado, 14 de novembro de 2009
No caminho com Munch.
Descrédito para a segurança. Desconfiança com as ruas, todas elas, movimentadas e/ou sinistras por natureza. Segurança.Quem a tem?Embora eu não esteja à mercê de um enclausuramento domiciliar (nem se o quisesse o poderia!), ando mais amedrontada do que antes, do que sempre.
E eu que pensei que só aconteceria com, no mais próximo possível, o vizinho. Ainda continuo me apegando a tal idéia.Mas o fato é que quase, quase que era comigo.Uma explosão de sentimentos em poucos segundos, pânico, pavor e uma surpreendente rapidez na (minha)tão comum( e lenta) reação.
Sensação de mãos atadas e voz entrecortada num cenário um tanto surreal. A realidade “anda” mais assustadora do que muitos filmes de terror, dos quais, costumo fugir com frequencia. A situação “anda” mais crítica do que antes. Os fatos “andam” comumente na boca do povo. E eu?Eu?! Bem... eu continuo “andando” por aí...com passos guiados por Deus.
domingo, 1 de novembro de 2009
Existirá?
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O velho,o jovem e o peso.

E mesmo sabendo disso, os sujeitos ainda insistem no erro. Psicose da humanidade:dificultar o progresso!Um senhor de 60 anos encontrará mais dificuldade para carregar uma sacola com trinta quilos do que um jovem na mocidade dos seus 20 anos. O interessante é que quanto mais o tempo passa,mais “amargurosos pesos” se acumulam na sacola,e esses sujeitos insistem em oferecer mais trabalho para seus velhos corpos.
Deve ser por isso que é constante a sugestão para “manter o espírito jovem”. Jovem=sem pesos.Sem pesos=livre.Livre=há sinônimo?!Pedindo licença a ela, minha sempre Lispector: ˝Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”.
